JOSÉ MOTA PEREIRA
Nota do autor em referência a elaboração dos textos:
Para acessar essas idéias, quando me ocorrem, tenho que entrar num estado de profunda meditação... Não obstante, são eminentemente fundamentais as respostas que o subconsciente, inconscientemente elabora sobre os questionamentos. Pauto-me sempre nos fundamentos da física, mas sutilmente, me apercebo da coexistência de uma “divindade” elementar, de substrato abstrato profundo acondicionando o meu “ser”.
sábado, 28 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
APRESENTAÇÃO
Importante!
Aos leitores:
O Livro "Fundamentos do universo" contem em sua essência, questionamentos procurando adequar o seu conteúdo aos seus modelos mentais de percepção e entendimento, lhes conduzindo, portanto a interagir na compreensão da interconexões fundamental do universo sem desarticulá-los dos seus princípios ortodoxos.
As considerações aqui formuladas são analisadas através da “Força Gravitacional”. Não obstante esta força possui os atributos necessários na elaboração da decodificação dos enigmas que envolvem os princípios essenciais e fundamentais da constituição da natureza e do universo como um todo absoluto.
O conteúdo desta obra, em muitos aspectos e particularmente em alguns textos, denota certa e até profunda complexidade. Entretanto é bom lembrar que, mesmo encontrando algumas dificuldades de inteligibilidades, a literatura desta obra se mostrará importante, dado a sua coerência no que tange a desmistificação dos enigmas embaraçando a ciência que trata do universo e que precisamos conhecer, e da natureza que dependemos integralmente.
Bastam meditarem em cada item e tirar as conclusões que se pareçam mais accessíveis aos seus entendimentos.
Desejo boa leitura que inequivocamente lhes farão mais preparados para interagir em harmonia com Deus neste maravilhoso universo.
O Autor.
Aos leitores:
O Livro "Fundamentos do universo" contem em sua essência, questionamentos procurando adequar o seu conteúdo aos seus modelos mentais de percepção e entendimento, lhes conduzindo, portanto a interagir na compreensão da interconexões fundamental do universo sem desarticulá-los dos seus princípios ortodoxos.
As considerações aqui formuladas são analisadas através da “Força Gravitacional”. Não obstante esta força possui os atributos necessários na elaboração da decodificação dos enigmas que envolvem os princípios essenciais e fundamentais da constituição da natureza e do universo como um todo absoluto.
O conteúdo desta obra, em muitos aspectos e particularmente em alguns textos, denota certa e até profunda complexidade. Entretanto é bom lembrar que, mesmo encontrando algumas dificuldades de inteligibilidades, a literatura desta obra se mostrará importante, dado a sua coerência no que tange a desmistificação dos enigmas embaraçando a ciência que trata do universo e que precisamos conhecer, e da natureza que dependemos integralmente.
Bastam meditarem em cada item e tirar as conclusões que se pareçam mais accessíveis aos seus entendimentos.
Desejo boa leitura que inequivocamente lhes farão mais preparados para interagir em harmonia com Deus neste maravilhoso universo.
O Autor.
Marcadores:
cosmologia,
filosofia,
potencial gravitacional,
universo
A Priori
A priori, para a manifestação da força gravitacional é necessário considerar a simulação da existência de um centro unificado como parâmetro padrão de equilíbrio, e, pelo evento de ser infinito o centro se estender à condição de onipresente. O “Campo primordial” ou Espaço primordial, não obstante é a força neutra resultante do equilíbrio de duas forças opostas multidimensional, comportando subjetivamente e objetivamente todas as dimensões perceptíveis e imperceptíveis.
A “Matéria”: — Substancia elementar habitando o Espaço primordial, partindo de onde está até o macro cosmo e as expansões intergalácticas se interconectando ao infinito. No inverso segue adentrando ao micro cosmo pelas micro estruturas até as interconexões entre coisas se interconectando com outras coisas e assim prosseguindo indefinidamente sem chegar a alguma coisa que haja finalização absoluta, apenas complementação cíclicas de inter-relações. Cada ponto de matéria; cada fragmento atua no universo como se fosse único.
A força gravitacional não vê o objeto como sendo mais ou menos pesado quanto à aceleração gravitacional entre um corpo e outro e sim como distante do centro de referencia de equilíbrio.
A “Matéria”: — Substancia elementar habitando o Espaço primordial, partindo de onde está até o macro cosmo e as expansões intergalácticas se interconectando ao infinito. No inverso segue adentrando ao micro cosmo pelas micro estruturas até as interconexões entre coisas se interconectando com outras coisas e assim prosseguindo indefinidamente sem chegar a alguma coisa que haja finalização absoluta, apenas complementação cíclicas de inter-relações. Cada ponto de matéria; cada fragmento atua no universo como se fosse único.
A força gravitacional não vê o objeto como sendo mais ou menos pesado quanto à aceleração gravitacional entre um corpo e outro e sim como distante do centro de referencia de equilíbrio.
A Metade da eternidade
A metade da eternidade é entendida como o tempo atual em que tudo se realiza no momento presente procedente da eternidade. A eternidade é contada sempre na metade, nunca no começo ou no fim, pois se assim o fosse não seria eternidade, mas sim espaço dimensionado. A metade da eternidade é ter chegado até o momento presente, procedente de uma viagem cósmica de começo infindo através da evolução biológica. A posição é estar exatamente na metade do percurso bem como o prosseguimento coincide estar sempre em meio caminho. À frente, o horizonte se posiciona na dimensão do infinito. Confirma-se sempre que na razão da eternidade, o espaço e o tempo, são absolutos. Tudo o que há, e tudo o que se cria, é obra do momento presente. Para o referencial do infinito, o começo e o fim se unificam; é agora, é a metade, é o meio, é o centro do universo. Sumariamente é o começo.
Nada se faz antes ou depois que não seja no momento atual. Para essa diferença apenas se soma o tempo de transformação na dimensão da matéria enquanto o espírito da eternidade se faz presente na individualidade e onipresente na coletividade.
Nada se faz antes ou depois que não seja no momento atual. Para essa diferença apenas se soma o tempo de transformação na dimensão da matéria enquanto o espírito da eternidade se faz presente na individualidade e onipresente na coletividade.
A Magia da dimensão
A Magia da dimensão
—A Dimensão “limitada” por incomensurável que seja, “está parada” em relação ao “ser movente”, pois este viajando na menor velocidade possível dentro de um espaço quase ilimitado, um dia traçará toda à distância.
— A Dimensão “ilimitada” que é o caso do “espaço infinito” está em “movimento” em relação ao “ser movente”, pois este viajando na maior velocidade possível e por todo o tempo, nunca traçará a distância e onde parar, estará sempre no meio do caminho.
—A Dimensão “limitada” por incomensurável que seja, “está parada” em relação ao “ser movente”, pois este viajando na menor velocidade possível dentro de um espaço quase ilimitado, um dia traçará toda à distância.
— A Dimensão “ilimitada” que é o caso do “espaço infinito” está em “movimento” em relação ao “ser movente”, pois este viajando na maior velocidade possível e por todo o tempo, nunca traçará a distância e onde parar, estará sempre no meio do caminho.
Autoconhecimento
* Para entendermos a floresta, precisamos entender primeiramente a árvore, porque é dela que se forma a floresta. Da mesma forma, para entendermos o mundo, precisamos primeiramente entender a nós mesmos, buscando introspectivamente o autoconhecimento.
Não há motivo algum se impressionar com a multidão, pois esta é formada por unidades separadas. Tampouco a multidão não julga, quem julga é o ser individual, que sugestiona a multidão.
* É considerável o quesito transformação cíclica; aquilo que deixou de existir, dá as condições necessárias a uma nova existência; é o fenômeno de ressurgir do novo; é a árvore que ressurgiu da semente e a semente que ressurgiu da árvore; é o ciclo que se fechou e em conseqüência, uniu no mesmo ponto o antigo e o novo; é onde terminou o fim e começou o começo; é a transformação, é o equilíbrio se restabelecendo do não equilíbrio.
* Em síntese a nossa presença está na existência de cada elemento da natureza. Somos agentes da eternidade de onde a nossa origem procede e só ocorre a nossa manifestação quando as condições ambientais se desenvolvem na natureza e propiciam a possibilidade de nos ressurgirmos e nos desenvolvermos como criaturas no evento de agir e interagir no meio físico. Em contra partida, o nosso suposto desaparecimento se dá somente quando o meio ambiente deixar de oferecer as condições de subsistência e permanência vital, não impedindo, entretanto que a continuação da nossa essência volte a se manifestar em tempo oportuno quando encontrar novamente as condições propícias do meio ambiente na natureza em evolução cíclica.
— Não obstante, o código da vida está em toda parte, mas para acessá-lo é necessário que seja derivado dele.
Por mais engenhoso que se construa a máquina, não será possível atrelá-la ao código da vida por ser de natureza originária de combinações infinitas e pertencer a uma dimensão infinita.
Não há motivo algum se impressionar com a multidão, pois esta é formada por unidades separadas. Tampouco a multidão não julga, quem julga é o ser individual, que sugestiona a multidão.
* É considerável o quesito transformação cíclica; aquilo que deixou de existir, dá as condições necessárias a uma nova existência; é o fenômeno de ressurgir do novo; é a árvore que ressurgiu da semente e a semente que ressurgiu da árvore; é o ciclo que se fechou e em conseqüência, uniu no mesmo ponto o antigo e o novo; é onde terminou o fim e começou o começo; é a transformação, é o equilíbrio se restabelecendo do não equilíbrio.
* Em síntese a nossa presença está na existência de cada elemento da natureza. Somos agentes da eternidade de onde a nossa origem procede e só ocorre a nossa manifestação quando as condições ambientais se desenvolvem na natureza e propiciam a possibilidade de nos ressurgirmos e nos desenvolvermos como criaturas no evento de agir e interagir no meio físico. Em contra partida, o nosso suposto desaparecimento se dá somente quando o meio ambiente deixar de oferecer as condições de subsistência e permanência vital, não impedindo, entretanto que a continuação da nossa essência volte a se manifestar em tempo oportuno quando encontrar novamente as condições propícias do meio ambiente na natureza em evolução cíclica.
— Não obstante, o código da vida está em toda parte, mas para acessá-lo é necessário que seja derivado dele.
Por mais engenhoso que se construa a máquina, não será possível atrelá-la ao código da vida por ser de natureza originária de combinações infinitas e pertencer a uma dimensão infinita.
Momento atual
A cada momento, o mundo, o universo, o infinito, enfim toda a existência ressurge no novo, desligando-se do passado, atualizando-se no presente e ligando-se ao futuro como sendo o momento presente atual. No nosso espaço de vida biológica, é-nos dada à oportunidade pelo cosmo, de esculpirmos o mundo em que vivemos. Este mesmo mundo faz parte integrante da composição universal de outros mundos. Enquanto estamos fazendo um mundo melhor agora, consecutivamente estamos garantindo a nossa segurança e qualidade de vida no decorrer das “nossas existências”, pois a nossa existência é a que antecede a seguinte, e a seguinte é a que já começamos a viver. O que está por vir depende do que estamos fazendo agora. Por outro lado, no que tange à seqüência cíclica da natureza, em algum lugar do futuro uma nova existência nos aguardará, e será pelos moldes da atual.
Assinar:
Postagens (Atom)

