terça-feira, 26 de março de 2013

— Cosmos — Ampla Compreensão — Por José Mota Pereira

— Para qualquer quantidade de matéria existente no universo, existe a mesma quantidade de vácuo, mesmo que as extensões se elevem ao infinito — é o que perfaz predominantemente o equilíbrio universal natural. A matéria encontrada em maior quantidade na natureza é acompanhada proporcionalmente de menor quantidade de vácuo — o processo é verso e reverso. A matéria efetivamente ocupa dimensionalmente o universo nos espaços micros e macros, finitos e infinitos. O vácuo é o espaço onde se encontra a matéria e a matéria é o espaço onde se encontra o vácuo. De um modo geral os estados opostos são relacionados às proporções de pressão e de sucção. Primordialmente, as supostas dimensões extremas e isoladas, consideradas com níveis absolutos de densidade máxima envolvendo a matéria física e níveis de vazios mínimos envolvendo o vácuo na formação do universo, são inexistentes. O que predomina efetivamente são o equilíbrio e o desequilíbrio desses elementos nas dimensões mensuráveis que formam o incomensurável. — O equilíbrio é a função que domina o equilíbrio do universo — é o estado estático dominante. O desequilíbrio é a função que domina o movimento na natureza — é o estado móvel dominante.

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