— Visite o site: http://www.universotodoinfinito.blogspot.com/ , leia o artigo: "Inteligência cósmica universal"; (A mente inteligente do universo).
CAMPO DE EVENTOS
Do livro “Fundamentos do universo”. Texto original: Campo de eventos capitulo: 1.
Para que se possa entender a mecânica do universo no sentido primitivo essencial, é necessário que se criem modelos teóricos de princípios. Nesta obra, o modelo desenvolvido se intitula: “Estado Original”. O evento é descrito na forma demonstrada para que se possa chegar a um consenso de principio. Entretanto, tal evento nunca se processou assim porque nunca teve principio em razão de ser infinito, mas se houvesse um início teria sido dessa forma, a maneira mais coerente de se manifestar. Entretanto nos períodos cíclicos, a natureza prossegue num continuo indefinido e o universo se apresenta semelhante à pretensa teoria.
(Para se obter êxito em determinados questionamentos que se apresentam aparentemente insolúveis, às vezes o autor precisa pressupor situações caóticas).
— Há casos em que primeiro é necessário se fazer uma analogia do processo para que se possa obter a compreensão dos fatos.
domingo, 13 de julho de 2008
Divisão
Divisão
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do texto: Divisão de conceitos do capitulo: 1.
Imagine o espaço vazio deixado pela Terra sem a Terra. Este conceito define o espaço vazio deixado em forma de vácuo pela ausência do planeta. Em contra partida sobrevém à pressão exterior comprimir todos os lados determinados pelo “Espaço primordial” se configurando a pressão gravitacional proporcional à área da sua massa. Agora imagine esse espaço de modo infinito. O espaço vazio assim imaginado é dentro do “Estado original”, o “Vácuo infinito”. É nesse espaço que a matéria repousa eternamente e em conjunto passa a configurar-se o que se denomina por: “Espaço primordial”. Sendo assim o vácuo é de uma existência subjetiva pelo que supostamente nunca existiu antes da matéria, entretanto a concepção simulada de espaço vazio existe e é sumariamente importante para que a teoria demonstrando o funcionamento da mecânica universal se realize... (Nota: O “Espaço primordial” é uma denominação pelo autor de um espaço fictício de equilíbrio a fim de elaborar a teoria... entretanto tal ficção na visão do autor está coerente com os sistemas e processos de manifestação em essência, da natureza).
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do texto: Divisão de conceitos do capitulo: 1.
Imagine o espaço vazio deixado pela Terra sem a Terra. Este conceito define o espaço vazio deixado em forma de vácuo pela ausência do planeta. Em contra partida sobrevém à pressão exterior comprimir todos os lados determinados pelo “Espaço primordial” se configurando a pressão gravitacional proporcional à área da sua massa. Agora imagine esse espaço de modo infinito. O espaço vazio assim imaginado é dentro do “Estado original”, o “Vácuo infinito”. É nesse espaço que a matéria repousa eternamente e em conjunto passa a configurar-se o que se denomina por: “Espaço primordial”. Sendo assim o vácuo é de uma existência subjetiva pelo que supostamente nunca existiu antes da matéria, entretanto a concepção simulada de espaço vazio existe e é sumariamente importante para que a teoria demonstrando o funcionamento da mecânica universal se realize... (Nota: O “Espaço primordial” é uma denominação pelo autor de um espaço fictício de equilíbrio a fim de elaborar a teoria... entretanto tal ficção na visão do autor está coerente com os sistemas e processos de manifestação em essência, da natureza).
Estado Original
Estado original
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do texto: Estado original do capitulo: 1.
A priori o Estado original é formado por um “Vácuo infinito” e por uma “Pressão infinita” em equilíbrio estável. A origem primitiva vem de um sistema que vem se reciclando continuamente gerado por um processo infinito. O “vácuo” corresponde à “ausência” da “matéria elementar” e a “pressão” corresponde à “existência”, resultando no espaço neutro entre vácuo da ausência e pressão da existência, se configurando o “Espaço primordial” sem pressão nem vácuo, em estado estável de equilíbrio. Portanto, pelo que doravante passaremos a adotar esta denominação resultante, como patamar fundamental ou parâmetro de centro referencial absoluto, pois tudo o que antecede é um contínuo indeterminado...
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do texto: Estado original do capitulo: 1.
A priori o Estado original é formado por um “Vácuo infinito” e por uma “Pressão infinita” em equilíbrio estável. A origem primitiva vem de um sistema que vem se reciclando continuamente gerado por um processo infinito. O “vácuo” corresponde à “ausência” da “matéria elementar” e a “pressão” corresponde à “existência”, resultando no espaço neutro entre vácuo da ausência e pressão da existência, se configurando o “Espaço primordial” sem pressão nem vácuo, em estado estável de equilíbrio. Portanto, pelo que doravante passaremos a adotar esta denominação resultante, como patamar fundamental ou parâmetro de centro referencial absoluto, pois tudo o que antecede é um contínuo indeterminado...
Composição
Composição
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do capitulo: Introdução.
A composição que constitui o “Fundamento do universo” admite como causa inicial a concepção subjetiva da existência de um vácuo infinito — vácuo este que por si mesmo não se manifesta. Entretanto com a presença da matéria finita, qualquer partícula, por exemplo, faz com que o centro do vácuo se manifeste determinado por este fragmento da matéria como referencial de centro. Todo o universo se referencia neste ponto como parâmetro único. Acontece que a presença da substância exposta ao efeito de vácuo se expande; evapora-se proporcionalmente de dentro para fora ocupando todo o espaço. A partir deste evento o vácuo que até então era absoluto passa a contar com a presença da matéria neste campo; o vácuo que era absoluto, já não é mais; contém uma impureza que corresponde a uma pressão atribuída a unidade da matéria. Esta pressão para a unidade da matéria é o comportamento de cada fragmento para o universo...
Do livro “Fundamentos do universo”. Parte do capitulo: Introdução.
A composição que constitui o “Fundamento do universo” admite como causa inicial a concepção subjetiva da existência de um vácuo infinito — vácuo este que por si mesmo não se manifesta. Entretanto com a presença da matéria finita, qualquer partícula, por exemplo, faz com que o centro do vácuo se manifeste determinado por este fragmento da matéria como referencial de centro. Todo o universo se referencia neste ponto como parâmetro único. Acontece que a presença da substância exposta ao efeito de vácuo se expande; evapora-se proporcionalmente de dentro para fora ocupando todo o espaço. A partir deste evento o vácuo que até então era absoluto passa a contar com a presença da matéria neste campo; o vácuo que era absoluto, já não é mais; contém uma impureza que corresponde a uma pressão atribuída a unidade da matéria. Esta pressão para a unidade da matéria é o comportamento de cada fragmento para o universo...
sábado, 28 de junho de 2008
JOSÉ MOTA PEREIRA
JOSÉ MOTA PEREIRA
Nota do autor em referência a elaboração dos textos:
Para acessar essas idéias, quando me ocorrem, tenho que entrar num estado de profunda meditação... Não obstante, são eminentemente fundamentais as respostas que o subconsciente, inconscientemente elabora sobre os questionamentos. Pauto-me sempre nos fundamentos da física, mas sutilmente, me apercebo da coexistência de uma “divindade” elementar, de substrato abstrato profundo acondicionando o meu “ser”.
Nota do autor em referência a elaboração dos textos:
Para acessar essas idéias, quando me ocorrem, tenho que entrar num estado de profunda meditação... Não obstante, são eminentemente fundamentais as respostas que o subconsciente, inconscientemente elabora sobre os questionamentos. Pauto-me sempre nos fundamentos da física, mas sutilmente, me apercebo da coexistência de uma “divindade” elementar, de substrato abstrato profundo acondicionando o meu “ser”.
sábado, 14 de junho de 2008
APRESENTAÇÃO
Importante!
Aos leitores:
O Livro "Fundamentos do universo" contem em sua essência, questionamentos procurando adequar o seu conteúdo aos seus modelos mentais de percepção e entendimento, lhes conduzindo, portanto a interagir na compreensão da interconexões fundamental do universo sem desarticulá-los dos seus princípios ortodoxos.
As considerações aqui formuladas são analisadas através da “Força Gravitacional”. Não obstante esta força possui os atributos necessários na elaboração da decodificação dos enigmas que envolvem os princípios essenciais e fundamentais da constituição da natureza e do universo como um todo absoluto.
O conteúdo desta obra, em muitos aspectos e particularmente em alguns textos, denota certa e até profunda complexidade. Entretanto é bom lembrar que, mesmo encontrando algumas dificuldades de inteligibilidades, a literatura desta obra se mostrará importante, dado a sua coerência no que tange a desmistificação dos enigmas embaraçando a ciência que trata do universo e que precisamos conhecer, e da natureza que dependemos integralmente.
Bastam meditarem em cada item e tirar as conclusões que se pareçam mais accessíveis aos seus entendimentos.
Desejo boa leitura que inequivocamente lhes farão mais preparados para interagir em harmonia com Deus neste maravilhoso universo.
O Autor.
Aos leitores:
O Livro "Fundamentos do universo" contem em sua essência, questionamentos procurando adequar o seu conteúdo aos seus modelos mentais de percepção e entendimento, lhes conduzindo, portanto a interagir na compreensão da interconexões fundamental do universo sem desarticulá-los dos seus princípios ortodoxos.
As considerações aqui formuladas são analisadas através da “Força Gravitacional”. Não obstante esta força possui os atributos necessários na elaboração da decodificação dos enigmas que envolvem os princípios essenciais e fundamentais da constituição da natureza e do universo como um todo absoluto.
O conteúdo desta obra, em muitos aspectos e particularmente em alguns textos, denota certa e até profunda complexidade. Entretanto é bom lembrar que, mesmo encontrando algumas dificuldades de inteligibilidades, a literatura desta obra se mostrará importante, dado a sua coerência no que tange a desmistificação dos enigmas embaraçando a ciência que trata do universo e que precisamos conhecer, e da natureza que dependemos integralmente.
Bastam meditarem em cada item e tirar as conclusões que se pareçam mais accessíveis aos seus entendimentos.
Desejo boa leitura que inequivocamente lhes farão mais preparados para interagir em harmonia com Deus neste maravilhoso universo.
O Autor.
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A Priori
A priori, para a manifestação da força gravitacional é necessário considerar a simulação da existência de um centro unificado como parâmetro padrão de equilíbrio, e, pelo evento de ser infinito o centro se estender à condição de onipresente. O “Campo primordial” ou Espaço primordial, não obstante é a força neutra resultante do equilíbrio de duas forças opostas multidimensional, comportando subjetivamente e objetivamente todas as dimensões perceptíveis e imperceptíveis.
A “Matéria”: — Substancia elementar habitando o Espaço primordial, partindo de onde está até o macro cosmo e as expansões intergalácticas se interconectando ao infinito. No inverso segue adentrando ao micro cosmo pelas micro estruturas até as interconexões entre coisas se interconectando com outras coisas e assim prosseguindo indefinidamente sem chegar a alguma coisa que haja finalização absoluta, apenas complementação cíclicas de inter-relações. Cada ponto de matéria; cada fragmento atua no universo como se fosse único.
A força gravitacional não vê o objeto como sendo mais ou menos pesado quanto à aceleração gravitacional entre um corpo e outro e sim como distante do centro de referencia de equilíbrio.
A “Matéria”: — Substancia elementar habitando o Espaço primordial, partindo de onde está até o macro cosmo e as expansões intergalácticas se interconectando ao infinito. No inverso segue adentrando ao micro cosmo pelas micro estruturas até as interconexões entre coisas se interconectando com outras coisas e assim prosseguindo indefinidamente sem chegar a alguma coisa que haja finalização absoluta, apenas complementação cíclicas de inter-relações. Cada ponto de matéria; cada fragmento atua no universo como se fosse único.
A força gravitacional não vê o objeto como sendo mais ou menos pesado quanto à aceleração gravitacional entre um corpo e outro e sim como distante do centro de referencia de equilíbrio.
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